Cantinho da Biblioteca

Faça lá um Poema…

História de Portugal

D. Afonso Henriques,
Primeiro rei de Portugal
Teve um professor
Que foi muito leal.

D. Dinis,
“o Lavrador”
Mandou plantar pinhais,
Foi um grande trabalhador.

Luís de Camões
escreveu muitas poesias.
Com todas elas
Fez muitas alegrias.

Alexandre Ferreira Henriques
4º ano

EB1 Santiago de Besteiros nº2 – Muna


Meu amor não te vás embora

As flores abriam
Enquanto tu sorrias
O meu coração ardia
Pensando para onde irias.

Olhei para a janela
E tu fugias sem destino
Naqueles campos amarelos
Que eu e tu tanto queríamos.

Lembrei-me daqueles momentos
Passados ao pôr-do-sol
Que eu e tu sorríamos
A brincar com a pétala do nosso girassol.

O girassol que vivera ali na nossa felicidade
A nossa flor preferida
De lá saía o nosso amor
Para o resto das nossas vidas.

Trabalho feito por Margarida Viana Silva


Poemas Baralhados…

A equipa da BECRE, em articulação com os professores de Língua Portuguesa – 2º ciclo – realizaram uma actividade que pretende, para além de dar a conhecer os principais poetas de Língua Portuguesa, desenvolver nos alunos o gosto pela poesia.
Foram distribuídos aos alunos envelopes contendo versos. Os alunos teríam de escolher os versos, juntá-los e criar novos poemas…
Foram escolhidos poemas de vários autores, como por exemplo, Fernando Pessoa, Manuel Alegre, Cecília Meireles, Matilde Rosa Araújo, entre muitos outros.
Inicialmente prevista para o 5º ano de escolaridade, esta actividade irá ser alargada para outros anos.
Apresentam-se seguidamente, alguns dos trabalhos já realizados.

Poemas Baralhados – 6º E

Poemas Baralhados - 6º E
Poemas Baralhados - 6º E

Poemas Baralhados - 6º E

Amigo

Amigo é o contrário de inimigo!
Amigo é um sorriso.
Com as mãos se faz a paz, se faz a guerra.
Amigo é um erro corrigido,
As mãos que são o canto e são as armas.

A palavra coração não pára de bater.
Palavras de amor, de esperança.
É urgente o amor, é urgente
E a minha vida está completa.

Mas lá bem no fundo
Se desaprende…

6ºE – Cátia, Daniela, João e Jessica

 Esperança

A palavra pássaro abre as asas para voar
Um trabalho sem fim,
Três grossas correntes de ar.
É seres alma, e sangue, e vida em mim.

Entre palavras sem cor,
De imenso amor, de esperança louca.

É ter cá dentro um astro que flameja
Brinca instintivamente
É ser mendigo e dar como quem seja.
E dizê-lo cantando a toda a gente!

6ªE – Sónia, Liliana, Joana e Jorge

Mundo da imaginação

Se eu fosse menino,
Um olhar bem limpo
E me deito ao comprido na erva
Porque vou para outros lados
Alheado e feliz
E os meus pensamentos são todos sensações.

Com medo que algum ladrão
Brinca no mundo da imaginação…
– não sei, não sei, não sei se fico
É ter fome, é ter sede de infinito!

Palavras nuas que beijas,
Se permaneço ou me desfaço,
Mas é certo que vos amo.

6ºE – José, Diana, Diogo e Andreia

 Palavras

Me sinto triste de gozá-lo tanto.
Não é mau rapaz.

Outra vez nascidas pela minha mão:
com o telhado no chão,
na nossa mão!

Esperadas, inesperadas
Como estão despenteadas.

Recado aos amigos distantes
Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra amigo!

6ºE – Márcio, Adriana e Bruno

 Chegaram livros novos à Biblioteca…

É verdade… Chegaram livros novos à Biblioteca! Muitos livros novos… Que cheirinho a livinhos novos… Conhecem o cheirinho? Sim, porque os livros têm um aroma muito próprio… Decerto já todos passaram por uma livraria, daquelas que vendem livros muito antigos. E também pelas que os vendem novos… Conseguem notar a diferença? Claro que sim!
Mas os nossos… Os nossos oferecem uma mistura dos dois aromas… Aroma de livro! Gosto!
Resolvemos apresentar os livros a todos… A começar pela sala de professores. Convidámos alguns elementos do Clube da Biblioteca para lerem uns textos, uns poemas… Vestimos os alunos com trajes do guarda-roupa do subdepartamento de História e Geografia de Portugal e… Foi muito bonito!

 

 Quem conta um conto, acrescenta um ponto…

A Biblioteca vai associar-se à iniciativa promovida pelo jornal O Sol e o Plano Nacional de Leitura, através da participação no concurso nacional  Quem conta um conto, acrescenta um ponto… É uma iniciativa muito interessante que pretende, por um lado, dar a conhecer os escritores portugueses considerados clássicos e por outro promover a leitura. Esta iniciativa permite também desenvolver a imaginação dos alunos.

Podem aceder a mais informações e descarregar o formulário de inscrição aqui.

 Uma dúzia de razões para lermos…


Há mil e uma razões para se ler. Ler cada vez mais e mais. Deixo aqui apenas uma dúzia delas para que possamos, mais uma vez, reflectir e reconhecer o importante valor desta actividade:

1ª O silêncio que rodeia a leitura surge como um especial momento de tranquilidade, que contrasta com a multiplicidade de ruídos e de preocupações que caracterizam o nosso dia-a-dia. A leitura é um refúgio, uma paragem que permite enfrentar a vida com mais serenidade e optimismo;

2ª O principal valor da leitura é o prazer que proporciona a quem a pratica;

3ª A leitura e a consolidação de hábitos de leitura são factores importantes do êxito escolar. A sua falta costuma ter um efeito imediato no fracasso dos estudos;

4ª As múltiplas histórias fazem do livro um recurso inesgotável contra o aborrecimento; e o prazer e a felicidade que a leitura proporciona convertem esta actividade numa das mais belas formas de passar o tempo;

5ª A leitura alimenta-se e fortalece-se com a prática sendo uma possibilidade de enriquecimento pessoal constante, pois a leitura é uma das actividades que melhor contribuem para o desenvolvimento dos diferentes aspectos da personalidade;

6ª Nos livros podemos encontrar aquilo que de mais especial a vida tem para nos oferecer: sensações, sentimentos, emoções, idéias, reflexões, atitudes humanas, aventuras, viagens, factos e vidas singulares, paisagens e lugares;

7ª O hábito da leitura desperta e estimula a imaginação infantil, fomenta e educa a sensibilidade, provoca e orienta a reflexão e cultiva a inteligência;

8ª A leitura facilita o conhecimento, a compreensão, a tolerância, o respeito e a disponibilidade em relação a outras comunidades, outros povos, outras culturas, fomentando atitudes de respeito e de solidariedade;

9ª O livro aparece-nos como um magnífico instrumento de permanente formação intelectual, moral, afectiva e estética do leitor, ao mesmo tempo em que aumenta a sua experiência e desenvolve a sua capacidade de compreensão e de expressão;

10ª O acto de ler, longe de ser mecânico é uma operação que envolve a totalidade da pessoa: inteligência e vontade, fantasia e sentimentos, passado e presente;

11ª Os livros representam o mais valioso património da humanidade;

12ª Não conseguir adquirir hábitos de leitura na infância repercute-se negativamente no desenrolar da vida escolar, comprometendo seriamente o futuro. É isto que está em jogo e é este o desafio que a escola e a família devem assumir.

A nossa BECRE, através do material diversificado de que dispõe e das actividades que promove, pretende dar um contributo significativo no incentivo ao gosto pela leitura e à implementação de hábitos regulares desta actividade de extrema importância  quer em termos escolares quer pessoais.

Aceitemos todos este desafio e despertemos para a necessidade de reunirmos esforços para que haja, cada vez mais, um número crescente de leitores.

                                                                                                                                                                                                                                       A Equipa da BECRE  

 

  VAMOS LER…Folhear um livro é espreitar para dentro de uma caixinha sem chave, uma caixinha ao alcance das mãos e dos olhos. Não há segredos.

– Que tens tu guardado para me dar? – perguntamos nós ao livro.

Aí o livro conta, não pára de contar o que dentro dele tem guardado para nós. Se, entretanto nos sentamos numa cadeira, de preferência de braços, por ser mais cómoda e poisamos o nosso amigo livro sobre os joelhos, esta conversa, que começou por ser hesitante e prudente, vai, quase de certeza, demorar que tempos o tempo de lermos o livro do princípio ao fim ou de fio a pavio, como também se costuma dizer.

(…) Terminado, fechado o livro que nos deu prazer, fica-nos na memória, resiste ao esquecimento ilumina ainda.

– Valho muito mais do que peso – diz o livro, sem ser por vaidade. – Tenho tanta coisa, tanta surpresa meus amigos que só lendo-me se acredita.

Vamos então descobrir por nós o que ele tem para nos dar. Vamos ler!

                                                                                                                              (António Torrado, O Manequim e o Rouxinol) 

 

A história do Livro (divertida, claro!). Dois pequenos vídeos retirados do Youtube…

Responses

  1. Ler um livro permite-nos conhecer sítios onde nunca estivemos, aprender histórias que nunca estudámos, conhecer pessoas que nunca vimos, fazer amigos com quem nunca falámos.
    Com um livro nunca estou sozinha. Há sempre mais uma página para ler!

    Os vídeos são muito fixes!


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